TEMOS DEFESAS NO PAÍS?

 Por Sérgio Arruda   

 

 

 É uma dúvida atormentadora. Assistimos ou lemos entrevista dos próceres políticos, fardados, togados etc. e aumenta o pânico! Todos sonham porque dormem ou dormem para sonhar? Juízes que pregam moral, roubam descaradamente, da primeira instância até os magotes do STF, ou não colocam a imoral Loman acima da CF?

Os fardados vêm e dizem estar preocupados com infiltração de crimes em suas fileiras por estarem fazendo papel de polícia em evidente caracterização de que polícia e crime são a mesma massa. Mas essas exuberantes entrevistas se dão no mesmo tempo em que o país que dizem defender está sendo furtado, roubado, invadido e dominado pelos que deveriam combater ou julgar e prender!

É um lamento a mais que se faz por desabafo, pois o que esperaríamos de fardados que já prestaram compromisso de PETAIN em 1964, e fizeram tudo o que o Hitler americano quis, incluindo perseguições aos contribuintes que os sustentavam e o fazem até hoje? Estão agora com melindres por expor alguns poucos 'guerreiros' frente a MALFEITORES selecionados e nada veem nos escalões deles próprios que entregam nosso território, petróleo, estrutura e estudo a ponto de imolarem no altar da traição um almirante que comandava pesquisas de âmbito de energia nuclear...

E, os probos juízes? Esses enfarpelados em túnicas que se empanturram de comidas e meios às custas do erário (nós), e fecham os olhos seletivamente aos bandidos aderentes aos EUA e aos de seus quadros que também praticam a mesma toada? No passado houve casos célebres movidos por jornalistas com tal persistência que acordaram togados e os obrigaram a agir. Foi, por exemplo um tal David Nasser que verberou contra a inércia togada por meses para que agissem contra playboys que curraram (termo cunhado para o fato) uma jovem que se suicidou.

Sem essa campanha nada seria feito porque juízes e playboys são do mesmo clube. (Caso Aida Cury). Jornalistas sem grande mérito de honra ou ideológico, mas atuantes em sua função. Como houve contra Adhemar de Barros (caso Chevrolet). Mas até isso passou. No período militar um filho de ministro envolvido em caso de estupro coletivo (Ana Lídia) foi protegido por fardas e togas e ninguém sabe o que aconteceu e até sua morte foi noticiada com falsidade da mídia e governo. Depois disso já se vê o que ficou - aos amigos tudo aos inimigos NEM A LEI !!!