Infância de chumbo

                                                                                                       

                                                                 g1.globo.com

Por Eglê Kohlrausch

Em um  dia como hoje(07/09), em que as manifestações democráticas se multiplicam pelo Brasil, comemorando ou protestando, li uma postagem que me lembrou da infância no colégio. Falava sobre as vivências escolares nos anos de chumbo e o papel do pai na construção de seu pensamento marxista. Eu lembrei a raiva que sentia a me ver obrigada a saudar homens que meu pai dizia serem perigosos e muito poderosos, e minha avó falava que sumiam com pessoas que não concordavam com eles... Estudei em colégio de freiras, e lembro-me de ser obrigada nos primeiros anos de escola a ir para uma avenida que ficava perto, para marchar. Ou então de ter que ir acenar bandeirinha do Brasil no lugar em que passavam os ditadores militares que estavam a caminho do Palácio Piratini, para visitar o governador... Podia estar chovendo, era compulsório estar lá, rindo e acenando para o Médici, e depois o Geisel... Todos eles passaram e não voltarão.Nós que defendemos a liberdade, a democracia, somos os meninos e as meninas que jamais apertaremos as mãos de um ditador. Hoje há quem peça a volta desses tempos sombrios, em que não tínhamos direito de escolha. Só quem não estava nascido ainda pode achar que os tempos duros da ditadura poderiam ter sido bons...

 

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