Emmanuele Thomazielo e o balão do ódio

                                                                                                    

Por Ana Paula Romão (Educadora)

Por Renato Uchôa (Educador)

Dia do Estudante, 11 de agosto, não tem como não se lembrar de todas às lutas quando estudantes e passar um filme. Emmanuele Thomazielo simboliza vários rostos nos manifestos e vigílias da época. Com certeza milhões de estudantes, várias gerações de luta contra a ditadura militar, contra todas as formas de opressões. São resgatados por um simples e profundo gesto contra os Golpistas da atualidade. Deu um balão no balão do ódio. Um exemplo para acordar a multidão de estudantes completamente alienados sobre a história das lutas democráticas. Ressuscitou a vertente combativa do ME. É bem verdade que ainda somos estudantes da vida que queremos dar, mas falo dos idos, em que empunhávamos bandeiras como quem queria que ela mexesse com o vento e não o contrário. De quando bradávamos palavras de ordens misturadas com gritos de alegria, com sabor do xingamento inteligente à ordem do capital. Dos momentos das confraternizações, festas regadas ao tão famoso kit estudantil: rum, coca e mortadela! Das reuniões sérias, que num dado momento, saltava um e desconcertava tudo, arrancando gargalhadas da chamada massa (e dos ditos carrancudos), com uma simples questão de tempo, ou de ordem, ou do famoso "conclua companheiro/a". Das falações embargadas e trêmulas nas famosas assembleias... As memórias se misturam a da nossa geração e a das anteriores, apreendidas pelas leituras e pelas vozes dos que lutaram anteriormente no ME e que permaneceram lutadores (no campo sindical, mulheres, negro, diversidades,... E que nos repassavam tin tin por tin tin, nos bares da vida, na boa e velha boemia das cachaças ou das cachimbadas! O cachimbo podia ser de paz ou de guerra, mas a energia era a do desejo por transformação, por um mundo melhor, por boa educação, pelo desejo que ninguém mais morresse de fome. E, como a gente tinha fome de tudo, fome por cultura, fome por política. Uns verdadeiros esfomeados da fome caninana! A grande dialética era que não tínhamos tempo a perder, mas tínhamos todo o tempo do mundo, queríamos transformar o tédio em melodia e, saudávamos a quem tinha coragem...Dizíamos, que o nosso coração ora andava dentro do peito, colado com Superbond do lado esquerdo, ora caminhava pelo ar, espalhando alegria e Fé, renovando a aurora, a cada dia...Seguíamos caminhando e cantando, siempre, Che! O que houve com os estudantes de hoje? Perderam o juízo. Andam trotando lado a lado com a verdadeira escória brasileira.

 

  Sérgio Arruda

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