E NA AVENIDA PAULISTA... MARCHA À RÉ E O SOM DAS BOTAS

                                                                       

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Por Renato Uchôa (Educador)

Lá... Vem. Lá se vai à marcha da família, que não sente frio e fome. Não ajuda ninguém. Maior parte deles responde ao pedinte, com fome e sede, vai trabalhar vagabundo. Bandido bom é bandido morto. Não existe desconto e nem perdão. A não ser para os deles (Aécio, Bolsonaro, Agripino, FHC, Malafaia...). Gangues especializadas em todos os tipos de crime com imunidade de parte da Justiça filiada ao PSDB. Uma lista que vai do Rio Grande do Sul a Paraíba, se ramificando em todos os Estados. “Bandido pobre”, enterrado de cabeça pra baixo, de preferência. Depois o cara volta. Passa a carteira Mané. É a educação da navalha, o corte profundo da raiva e revolta pelos séculos de exploração, de exclusão e miséria. A bandidagem de terno e gravata fica no programa Cota da Impunidade. A única que defendem com unhas e dentes. Tem um tanto disso na violência escancarada, queiramos ou não. E muito mais dos inquilinos dos palácios. Quando não queimam os índios e mendigos, os filhos bem “educados”, que passeiam nos carros de luxo nas ruas e avenidas do Brasil a 150 km/h, alimentam os morros, vielas e casas de luxo no comércio “solidário das drogas”. Deveriam ter a decência de defender os Perrelas, melhor dizendo, a carga. Quantas cargas passaram pelos aeroportos construídos com dinheiro público em terras de compadres, para as atividades ilícitas?, Sobre o controle das “Famílias”. A Polícia Federal não vai poder esconder por muito tempo o verdadeiro dono da “farinha”. Desfilando na Paulista o Bloco da exclusão e preconceito contra as camadas subalternas. Criticam as boas Universidades públicas, não menos de um milhão por cabeça oca, pra estudar medicina de graça. E acham graça. Os cubanos estão dando uma aula de civilidade e competência no Programa Mais Médico. A população brasileira prefere, majoritariamente, consulta só com eles, OU COM OS MÉDICOS BRASILEIROS que se diferenciam da Máfia do Branco. Que não tem nojo do povo. A Elite que vai desfilar no carnaval fora de época na Paulista sempre foi a favor da pena de morte, do trucidamento das camadas oprimidas. Amarrar o cara no poste é chique, não precisam mais do psicanalista para trabalhar o mundo obscuro, preconceituoso, tenebroso e raivoso. Raquel Sheherazade (e bota uma floresta de pau oco) é uma boa santa. De preconceito. Não cobra pela consulta aos idiotizados produtos da mídia venal. A mídia espetáculo de horror, que tem ainda rios de verbas garantidas (não compreendo) do governo federal. Apoia-nos, dirão. “Veja, que santa revista, agora comendo o pão que o diabo amassou”. “A mídia é nossa, também a justiça selada no curral”. Arrotam calúnias no almoço e no jantar regado a vinho francês. Férias na Europa, nos Estados Unidos, onde possam aprender a imitar as camadas dominantes de lá. E acreditam. Mimados, criados pra ter criados. Fazer tudo. Não respeitam ninguém. Não de menos os professores. Eis um elemento fundamental da destruição da família. Por ela própria. Educam os filhos como reis, para ocupar os cargos de mando, por acreditarem que é a elite predestinada por Deus, que tem a posse do saber e do estado. E tem. O resto é que pinote. A polícia vem ai. Às camadas subalternas, nenhum direito pra elas. O chicote, o tronco e a senzala, ao invés das Universidades Públicas. A elite é contra qualquer programa, políticas públicas de inclusão, Bolsa Família, ProUni, Mais Médicos, Cotas... E se manifesta a favor daquelas do PIB destinadas para o ócio dos exploradores. Não poderia ser contra o extermínio dos povos pelo governo americano. Que digam Alá ou Amém. E se delicia a cada bombardeio e invasão. Não importa que, lá embaixo, as bombas matem crianças e idosos. Destruam uma geração de cientistas, professores, caçados e mortos no Iraque, (US$ 802 Bi gastos), com uma estimativa de 654.965 mortos. De acordo com a revista The Lancet. Afeganistão (US$ 444 Bi gastos). Alguns exemplos do que gasta o governo americano pra matar. Líbia, Arábia Saudita, Ucrânia (42 toneladas de ouro), levadas pelos americanos, Venezuela e os preparativos para gerir o caos Golpista no Brasil. Ainda não se sabe a conta, e nem os mortos. Eles marcham conscientes ou não, a favor dos preconceitos, da intolerância. As liberdades à duras penas conseguidas. Aproveitam para defender a volta da Ditadura Militar. Pasmem! Afirmam que vivem em uma.  O profeta “Globo” toca a reza. Incita os bons “meliantes adormecidos”, que atentam contra a democracia. E vão ficando afoitos durante o dia, do Amazonas a Cabedelo. Na Paraíba, quando um aprendiz de ditador das Docas, Presidente da Companhia das Docas, Wilbur Jácome, visivelmente descontrolado em uma repartição pública ligada ao governo da Paraíba, agride covardemente a presidente Dilma, se referindo a ela como prostituta e escrota. Dizem que o governador Ricardo Coutinho afastou de imediato o assessor que se comportou como um meliante. O ministro da Justiça Cardozo, em face dos milhares de agressões aos defensores da Democracia, contra os Golpistas, não se sabe a mágica que faz. Por faltar água em São Paulo, lava todos os dias as mãos. E, depois da marcha da intolerância, os filhos e afilhados da Elite, dormirão abraçados com a bandeira americana. E vai passando, palmas para os torturadores da ditadura militar, “eles estão no meio de nós, roguem por nós”. Mané. Eles não voltarão nem em sonho. 

 

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