ALÉM DA APARÊNCIA

              

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Por Renato Uchôa (Educador)

 

Não há como negar. Por séculos as gerações futuras nascerão com a marca da vergonha na história do Brasil. Quando a verdade aparecer de corpo e alma. Qualquer que seja o resultado do impeachment encaminhado ao Senado, com o sabor de Vendetta, por um marginal (Dom Cunha), que vem conspirando contra Dilma e o Estado Democrático.

Desde a posse na presidência da Câmara dos Deputados. Não mais na retaguarda. Abertamente com o apoio dos dirigentes intransigentes na destruição do país, na tentativa do caos pela supressão das conquistas trabalhistas e o vendaval de intolerância, inclusive pelos “sábios” do Supremo.

Com o apoio da mídia venal, Aécio, Alckmin, FHC, Aluísio, Cássio Cunha, Caiado, Paulinho Propina... Puxando na coleira a tropa do ódio e do preconceito da grife Malafaia, Bolsonaro... Uma infinidade de idiotas embrutecidos pela ausência das leis. É simples assim. O PT com o espinhaço quebrado, em todos esses anos de terror, contribuiu pelo silêncio para que Zé Dirceu e outros apodrecessem na cadeia da República Corrupta do Paraná. É o tal de “Republicanismo”, que não deveria se traduzir na ausência da Lei.

 Reagindo na hora do Xeque-Mate da direita. Recuperando e indo, e nunca deveria ter se afastado, com os movimentos sociais na luta.  O estrago posto. É a consolidação da década do ódio, preconceito e exclusão, desde que o PT ascendeu à direção do Estado Burguês democraticamente. E foi um bom gerente também para as camadas dominantes. Mas... O Supremo carregará o peso da covardia por não afastar de imediato um criminoso carimbado até na Suíça. A justiça de lá não tem stress, boas e boas gargalhadas provocadas pela inércia do esquadrão jurídico contra o PT, que caracteriza o do lado de cá. O caçador de borboletas Janot levou um carão dos procuradores de lá, que têm conhecimento da sua identidade golpista. E não é farinha boa da Tocaia de Campo Maior-PI. É uma farinha do mesmo saco dos Golpistas contra o Estado de Direito. O crédito pela divulgação das gravações ilegais, com requinte de espionagem, feitas pelo o juiz Moro/PF, um crime grave expor a presidenta Dilma, é dele.

O Teatro de Vaidade, Teatro de Mamulengos vai corroendo o Supremo. A mais Alta Corte, de peça em peça, a eloquência genérica e enviesada vai desmontando a Constituição Brasileira. Um vai e vem de elucubrações e assombrações. Decidem cotidianamente muito mais baseados em visagens, conto de fadas, que o zelo essencial na defesa da Constituição Burguesa. Que é deles, para proteger eles próprios.  Em podendo esfacelar, rasgar, colocar na lata de lixo, de quando em quando, o povo um dia vai testar. É prudente cavar um túnel e se esconder.

Quando o morro descer na busca dos verdadeiros inimigos do país vai ser incontrolável. A composição do Supremo deprime a jovem democracia brasileira. Estupra, humilha, marca o corpo com um tição, após queimar na fogueira o vento da liberdade no jogar das asas sobre nós. Em mais de uma década em que o país saiu do limbo. Das mãos da escória mais perversa da América Latina, que agora quer voltar sem votos.

E dela (escória perfumada), saem vários ministros, juízes, desembargadores, procuradores... Para defender com unhas e dentes, escancaradamente, com crachás de partidos golpistas no peito, centenas de ilustres Dela. O Supremo Tribunal Federal não engana mais nem uma criança de colo. Historicamente nunca enganou.

Negociar com marginais, oportunisticamente, aumento de salários caracteriza uma relação promíscua no quadro de permissão do Supremo, para que os traidores do país destruam o Estado de Direito. Com o afastamento de uma presidenta eleita democraticamente. Ao invés dos 78%, uma pataca, é o que vale a maioria deles (ministros), pela traição velada da Constituição.

Foram covardes na extradição de Olga Benário, quando assinaram a sentença de morte. Limparam os fuzis dos nazistas para o ato hediondo. Foram covardes e medrosos no julgamento da ADPF 153/DF/OAB, em 2010, que levaria os torturadores para as prisões. Eros Grau, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Ellen Gracie, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e o Cezar Peluso foram favoráveis a que a Lei da Anistia 6.683/79 premiasse os crimes praticados pelos torturadores do aparelho policial-militar. Ricardo Lewandowski e o agora golpista de plantão Ayres Britto não. Foram a favor da punição dos criminosos a serviço da ditadura.

As asas da liberdade foram estendidas, por eles ministros, sobre os agentes públicos que praticaram os crimes mais cruéis e desumanos a mando do estado terrorista, a serviço do capital internacional. Estão sendo covardes diante da operação “Livra os Ratos” amigos. Como podem deixar o juiz Moro da República Corrupta do Paraná arrebentar e prender qualquer pessoa sem um processo legal? Deixar mofando na cadeia preso selecionados para que fale alguma coisa do interesse deles contra o PT?

Como podem abalizar as ações de um marginal da periculosidade de Cunha na destruição de mais de uma década de conquistas gestadas pelas políticas públicas, que tiraram o país do caos social? Como podem conceder férias por tempo indeterminado para um meliante se preparar, sabe lá o que vai fazer, com robustas provas das práticas criminosas, inclusive ameaças de morte na interferência das investigações?

 A nossa capacidade de resistência e determinação é que vai barrar o Golpe. Dia 11 de maio a pancada do bombo vai demarcar a desobediência civil em todo o Brasil. O Estado de Terror vai se instalar. Acorda rapaz, faz as unhas com antecedência moça bonita de luta. Até que todos os golpistas paguem pelos crimes cometidos, a luta vai ser dura, um tempo difícil se aproxima. Resistir é preciso.

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